Há dias em que vem aquela inspiração saudosa. Saudades do
que não consegui viver, saudades por saber que não mais verei um rosto querido,
saudades de um amor que não deslanchou... Enfim, saudades, apenas saudades...
Aliás, como essa palavra me persegue!
E essa perseguição, como não poderia deixar de ser, é imortalizada em alguns de meus poemas... O de hoje é recente, foi criado em 11/05/2013.
Para sempre saudade
Meus olhos vertem lágrimas
Meu coração chora sangue
lamentando sua ausência
Não conhecia a dor da saudade
a sede de realidade
que machuca o coração
Sinto o sal na boca
São lágrimas
que abafam meu sorriso
Me impedem de falar
Fiquei na vontade
com sede
com esperanças
de talvez você voltar
Não sei se volta
mas o que importa
um amor assim não se estraga
vive imortalizado
idealizado
intocável
com gosto de quero mais
Um amor assim não tem fim
perdura em mim
não perde a razão
É tanta imaginação
que seguro em minhas mãos
e não deixo escapar
Meu coração chora sangue
lamentando sua ausência
Não conhecia a dor da saudade
a sede de realidade
que machuca o coração
Sinto o sal na boca
São lágrimas
que abafam meu sorriso
Me impedem de falar
Fiquei na vontade
com sede
com esperanças
de talvez você voltar
Não sei se volta
mas o que importa
um amor assim não se estraga
vive imortalizado
idealizado
intocável
com gosto de quero mais
Um amor assim não tem fim
perdura em mim
não perde a razão
É tanta imaginação
que seguro em minhas mãos
e não deixo escapar
Geo Ramos e Silva

Que lindo poema! A saudade é um sentimento difícil de suportar, mas ao mesmo tempo nos aproxima de quem estamos lembrando.
ResponderExcluirJonas Ribeiro
Verdade Jonas! E como esquecer, não é mesmo? Obrigada!
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